Quem olha um Pug pela primeira vez costuma reparar no focinho achatado, nas rugas e na expressão marcante. Mas um detalhe que nem sempre chama atenção logo de cara é a variedade de cores da pelagem.
Apesar do padrão físico ser praticamente o mesmo em todos, a cor pode variar bastante e isso gera dúvidas na hora de escolher.
Existem quatro cores oficialmente reconhecidas: fulvo, abricó, preto e prata. Além delas, há variações que aparecem com menor frequência e não fazem parte do padrão oficial.
Logo abaixo, você confere os principais tipos. Acompanhe!

Tipos de Pug: conheça as variações de pelagem da raça
O fulvo é o tipo mais fácil de encontrar. A cor varia entre tons mais claros, próximos do creme, até um caramelo mais escuro.
O que praticamente não muda é a máscara preta no rosto, que ajuda a identificar esse padrão. Mesmo dentro dessa categoria, é comum ver diferenças de tonalidade, já que os cruzamentos influenciam bastante o resultado final.
Pug abricó: tom mais alaranjado
O abricó lembra o fulvo, mas com um fundo mais quente, puxando para o alaranjado. Esse tom costuma aparecer com mais intensidade na parte superior do corpo, enquanto o peito tende a ser mais claro.
A máscara preta também está presente aqui, mantendo a identidade visual da raça. Apesar de menos comum que o fulvo, ainda faz parte dos padrões aceitos.
Pug preto: visual uniforme
O Pug preto é bem diferente dos anteriores. Nesse caso, a pelagem é completamente escura, sem variações visíveis entre as regiões do corpo.

Como a cor é uniforme, a máscara não se destaca tanto, já que se mistura com o restante do pelo. Durante um período, esse tipo não era reconhecido oficialmente, mas hoje já faz parte dos padrões aceitos.
A frequência dessa cor depende muito da genética dos pais, o que pode tornar esse tipo mais raro em algumas linhagens.
Pug prata: uma das variações mais raras
O prata é um dos tipos mais distintos. A pelagem tem um fundo acinzentado claro, com áreas ainda mais claras no peito e na barriga.
Essa diferença de tons cria um contraste leve, que destaca bastante o visual do cachorro. Assim como nos outros padrões, a máscara preta continua presente.
Mesmo sendo menos comum, o prata também é reconhecido oficialmente.
O que influencia a cor do Pug
A genética é o principal fator, mas não é o único. A linhagem dos pais define a base da cor, mas outros elementos também interferem na aparência ao longo do tempo.
Alimentação, higiene e saúde da pele influenciam diretamente a qualidade e o brilho dos pelos. O ambiente também pode causar pequenas mudanças, principalmente com exposição ao sol e variações de clima.
Outro ponto importante é a idade. Com o passar dos anos, é comum o surgimento de pelos grisalhos, especialmente na região do rosto.

Cores não reconhecidas oficialmente
Além das quatro cores padrão, existem variações que aparecem com menos frequência e não são reconhecidas oficialmente.
O Pug branco, por exemplo, tem pelagem clara, mas não é albino. Ele mantém características da raça, como a máscara escura no rosto. Já o Pug tigrado apresenta listras irregulares, com mistura de tons como cinza e marrom.
Essas variações podem surgir por cruzamentos fora do padrão tradicional, mas não alteram o comportamento desta raça de cachorro.
Entretanto é importante que você saiba como cuidar de cada tipo de pele do seu Pug. Por isso, o quadro abaixo traz as orientações mais adequadas para ajudá-lo nesse processo. Acompanhe!
Quais são os impactos das cores do Pug no dia a dia com o pet?
As cores do Pug variam mais do que muita gente imagina, mas isso não muda o essencial. Independentemente da tonalidade, o comportamento, o porte e as características da raça continuam os mesmos.
Na prática, a escolha da cor é mais uma questão estética. O que realmente importa é entender o perfil do Pug e se ele combina com a sua rotina.

Como limpar as dobras do Pug: cuidados que valem para qualquer cor
Independentemente da cor, seja fulvo, preto, prata ou abricó, todo Pug exige atenção especial com as rugas do rosto.
Esse cuidado não muda com a tonalidade da pelagem. As dobrinhas são uma característica da raça e, justamente por isso, acumulam sujeira com facilidade.
Sem limpeza adequada, essas regiões podem reter poeira, restos de alimento, lágrimas e umidade.
Com o tempo, isso gera mau cheiro e pode evoluir para problemas mais sérios, como dermatites e infecções. Por isso, manter uma rotina de higiene é obrigatório para qualquer Pug.
Comece desde filhote
O ideal é acostumar o cachorro desde cedo. Ainda filhote, as rugas começam a se formar e já podem acumular resíduos.
Quando a limpeza vira hábito desde o início, o Pug tende a aceitar melhor o processo. Isso evita estresse no futuro e facilita bastante a rotina do tutor.
Use os produtos corretos
A limpeza deve ser simples e segura. O mais indicado é utilizar algodão ou gaze levemente umedecidos com água morna.
Também é possível usar soro fisiológico ou produtos recomendados por veterinário. Caso opte por lenços umedecidos, eles precisam ser livres de álcool e fragrâncias.
Evite improvisar com produtos de uso humano, pois podem causar irritação na pele sensível da região.
Faça a limpeza com cuidado
As dobras do Pug são delicadas, então a forma de limpar faz diferença.
Segure a cabeça com cuidado e abra levemente a ruga para expor a parte interna. Com o algodão umedecido, limpe suavemente toda a região, sem pressionar.
Além de remover a sujeira, aproveite para observar a pele. Qualquer sinal de vermelhidão ou irritação já merece atenção.
Seque completamente após limpar
Esse é um dos pontos mais importantes e muita gente erra aqui. Não adianta limpar e deixar a região úmida.
A umidade dentro das dobras favorece a proliferação de fungos e bactérias. Por isso, após a limpeza, use um algodão seco ou pano macio para garantir que tudo fique bem seco.
Esse passo evita grande parte dos problemas de pele.
Fique atento a sinais de irritação
Durante a limpeza, observe se há assaduras, feridas ou cheiro forte. Esses sinais indicam que algo não está certo.
Nesses casos, o ideal é procurar um veterinário. Evite usar pomadas ou produtos por conta própria, pois isso pode agravar a situação.
Mantenha uma rotina de limpeza
A frequência também influencia. Em geral, a limpeza deve ser feita uma ou duas vezes por semana.
Se o cachorro sai muito, convive com outros animais ou vive em ambiente com poeira, o ideal é aumentar a frequência. Já em rotinas mais tranquilas, uma vez por semana costuma ser suficiente.


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